Em Itabira o “prefeito obcecado” não cumpriu a palavra

 



Diante das ameaças feitas por ele  — vai processar quem o chamar de “bonito”— agora, com certeza, verá o seu “plano de governo” intacto e estampado, que lhe dá o nome certo: sofista da Grécia Antiga

 

Está no Diário de Itabira de hoje, 27 de abril de 2026, a fala do executivo itabirano. Ele, parece não ter medo da verdade, mas a verdade lhe faltou em pronunciamento que virou manchete. Os puxa-sacos de plantão nem mentem, mas também não conta o que ele disse sem medo de mentir, faltando com ela integralmente.

 

PREFEITO “CEM POR CENTO”

 

“Eu sou obcecado. Eu tenho obsessão por cumprir os meus deveres, os compromissos que a gente começou na campanha. Hoje, a população espera resultado, espera realização. Cobra realização. Então não adianta mais a política da promessa”.

E prosseguiu  o ex-obstinado (se é que copiar o que ele disse e não dá processo): “O compromisso a gente tem e eu tenho cumprido todos, 100% dos compromissos que a gente assumiu com a população de Itabira”, disse Marco Lage, em um dos discursos mais contundentes feitos por ele, neste ano, afirmou o Diário.

Repetindo: “Eu tenho cumprido todos, “cem por cento das promessas”. Quem vai desmenti-lo será ele próprio, o excelentíssimo senhor prefeito de Itabira.

 

LISTA DAS PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS

 

Prometeu o malfadado metrô. E repetiu  a promessa na segunda candidatura.

Prometeu a implantação de Porto Seco.

Prometeu construir um aeroporto.

Prometeu criar o Museu da Mineração.

Prometeu instituir o Memorial Elke Maravilha.

Prometeu fazer do complexo do antigo Pousada dos Pinheiros um espaço de cultura e turismo.

 Prometeu atrair empresas e investimentos de alta tecnologia.

Prometeu fazer de Itabira a cidade do teatro, das artes plásticas, do cinema, do audiovisual.

Prometeu criar Fóruns Drummondianos em parceria com universidades e estudiosos da obra do poeta.

Prometeu salvar o Arquivo Público Municipal.

Prometeu construir postos de apoio policiais.

Prometeu criar portais nas entradas da cidade (No lugar deixa e cultiva um convite assim descrito: “Rota de fuga”.

Prometeu abrir Espaço de Cidadania em bairros.

Prometeu  implantar um Bairro Universitário.

Prometeu construir nova Rodoviária.

Prometeu duplicar a rodovia Itabira ao Trevo da BR 381.

Prometeu tapar todos  os buracos da cidade, mas foi um serviço caro e mal feito porque os buracos retornaram.

Prometeu resolver a questão dos cães soltos nas ruas e eles (os cães) estão aí.

Prometeu capinar todos os matos da cidade e muita gente está achando que Itabira voltou a ser “do Mato Dentro”.

Prometeu construir uma “padaria comunitária” no bairro Pedreira do Instituto, mas apenas se reuniu com uma equipe e não mais tocou no assunto.

Prometeu resolver o problema da Itaurb e, deu o contrário: a empresa, que só ganhava prêmios no Brasil inteiro, está falida.

Prometeu resolver problemas inerentes à Unifei, mas, pelo contrário, abandonou-a à mercê de chegar outro prefeito para salvá-la. Seria o futuro garantido, mas Marco Não quer, pensa como um

Prometeu, em discurso de posse, recriar o Fundo de Melhoramento e Desenvolvimento da Zona do Rio Doce e nada.

Prometeu nomear os conselheiros de combate às drogas, mas o que fez foi extinguir o dito Conselho.

 

José Sana

27/04/2026

Imagens: Divulgação


NOTA DA REDAÇÃO

 

1.    Apesar da invasão repetida do verbo Prometer (Prometeu no pretérito passado(, o prefeito de Itabira nada tem a ver com o MITO PROMETEU, que tinha crédito nos séculos IV e V. Aqui tratamos de reduzido número de  promessas feitas e não cumpridas pelo mito negativo nascido em Ipoema.

2.    A relação de promessas continua no próximo número.

Marco Lage não mente, avisado. 


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