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DE UM MACACO DE AUDITÓRIO

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                                                     A tristeza é só por dentro. Por fora é um  "vencedor" (Diário de Itabira) Acuda, José Braz! Acuda, José Jésus! Acuda, José Celso! Acuda, João Grilo! Acuda, Daniel de Grisolia! Acuda, José Cupertino! Acuda Sôzinho! (ex-vereadores que podem nos ajudar lá nos céus)   Por enquanto os que se foram citei, pois  acredito que eles não foram, tenho argumentos fortes. Eles, os citados acima, resolverão o cruciante problema, que vou agora, sucintamente, colocar em discussão. Existem muitos declaradamente escondidos que me leiam mas demonstram que não. INACABAMENTO    Olhem, já estamos cansados de debater o assunto. O tema   é o futuro de Itabira.   Mas podemos também   incluir “obrinhas”, obras e “obronas”. Em quase sete anos de governo municipal atual f...

Mais de 1.200 amantes das flores visitaram a 56ª Exposição de Orquídeas em Itabira

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Mais de  1.200 amantes das flores visitaram a 56ª Exposição de Orquídeas em Itabira Nem indústrias de fumaça, nem soluções enganosas, nem porto seco, nem parques tecnológicos e industriais, nem pracinhas, nem festanças adoidadas. O tema foi Orquídeas uma das maiores e mais belas famílias de plantas do mundo.  O palco foi o Ginásio Poliesportivo da Fundação Itabira Difusora do Ensino (Fide), em Itabira nos dias 11, 12 e 13 de setembro. A exposição, apesar de alguns atropelos de fim de semana, contou com a presença de mais de 1.200 entendedores da magia das plantas e, principalmente da orquídea. “A respeito da enorme variedade de espécies e  pouquíssimos são os casos em que se encontrou utilidade comercial, para as orquídeas é diferente, além do uso ornamental” — palavras dos que admiram, plantam, vendem e distribuem à distância a “charmosa” plan ITABIRA, UM SHOW A reportagem de Notícia Seca falou com a presidente da Sociedade Orquidófila Itabirana, Maria do Perpétuo Socorr...

VAMOS ELEGER DEPUTADOS VERDADEIROS "CACARECOS"?

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                                                           Cava do Cauê, a maior do mundo Foto do arquivo de O TREM Itabiranos não querem mais praças, buracos, seca, crateras, cavas, nem planejam transformar suas vias em “cidade fantasma” Itabira elegerá deputados em 2026? Resposta de parte do povo: não! Observação: é hora de abrir os olhos. Tal negativa, dada a este site/blog , não é resultado de pesquisa, ainda bem. Mas se trata de   uma simples enquete que serve como alerta O questionamento retumba a palavra de quase 400 pessoas consultadas nos 31 dias de julho passado, por telefone. A pergunta feita a quem atendeu o pedido de opinião: “Você acredita que Itabira elegerá dois deputados — federal e estadual — em 4 de outubro deste ano?” Alguns entrevistados deram mais opiniões. A maioria disse que o grande medo que a aflige cham...

"O SILÊNCIO NÃO COMETE ERROS"

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Lá vai ele numa sexta à tarde, 16 de agosto de 1996, exatamente na sua sesta — tinha pegado as   estradas para Belo Horizonte — e segurando as pálpebras para não dormir. Tranquilo e sereno, desde quando nascera, em Santo Antônio do Grama, MG,   com limpos   e escassos cem reais no bolso, sem a mínima lembrança de ter conferido se   documentos do carro e pessoais sobravam nos bolsos, bolsas, porta-luvas.   Sonolento, sim, mas tinha o   compromisso de um curso ligado à radiologia, era ele um médico que estreava em Itabira o ultrassom. Um rapaz elegante, bem vestido, boa aparência, pediu-lhe carona. O motorista não hesitou, abriu-lhe a porta do veículo, cumprimentou-o, estendendo a mão. Saíram conversando sobre tudo — política, futebol, até polícia, que a partir daquele instante havia passado a ser o assunto do momento.   “POR FAVOR, PARE!”   Estas foram as palavras do “passageiro”,   que continuou educado, era um moço alegre e polid...

LÍBIO 100

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  “O que pensam ou dizem de mim não é da minha conta”.  Hoje é 7 de julho de 1926. Nasce em Ouro Preto (MG) Líbio Sana. Filho de Seraphim Sanna e Maria Magno Sana. Aos 18 anos, servidor do Exército Brasileiro (na foto de 1945 com 19 anos), ao lado do irmão Alfeu Sana (14), viúvo, morador de Morro do Pilar (MG). Seus irmãos eram ou são Itália (in memoriam), Magda (in memoriam) Alfeu; Gino (in memoriam) Alina (in memoriam), Seraphim (Lilito) e Maria das Mercês.   Era casado com Maria Efigênia Sana (Didi/in memoriam) com quem era pai de: Marcos (in memoriam), Míriam, Cleyd, Maria Inês, Afra Regina, Humberto, Ângela, Sérgio, Maria Antônia, Jairo (in memoriam). Aposentou-se como “carteiro dos Correios, depois agente da mesma instituição.   De Ouro Preto foi para Belo Horizonte, onde serviu o Exército, seguindo os passos do pai, que chegou ao cargo de sargento.   EM SÃO SEBASTIÃO DO RIO PRETO   Líbio chegou a São Sebastião aos 19 anos e tornou-se ...

HISTÓRIA DO SÃO SEBASTIÃO FUTEBOL CLUBE (2)

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  De pé, da esquerda para a direita: Godofredo, Neide, Nitinho, Iraci, Nilson (Lega), Expedito, Ari Moura, João Moura; agachados, no mesmo sentido: Salvador, Odilon, Zé Afrânio, Líbio e Almir (foto de 1957 (Destas de Setembro) E chegamos ao capítulo 2 ou da “Era Líbio Sana”, que tinha engrenado o tempo do Íris Futebol Clube e passado para o novo clube S.S.F.C. A época foi fantástica, mas o campo, doado por Godofredo Cândido de Almeida, tinha sérios defeitos, isso é um monte de cascalho em um ângulo elevado da ponta direita de quem está de frente para a cidade vizinha, Santo Antônio do Rio Abaixo. Esse tempo, que durou mais de dez anos, só trouxe uma vantagem para o São Sebastião Futebol Clube: quando a equipe jogava fora, num campo regular, ficava à vontade para golear.   NOMES DESTACADOS   Já falamos de Zé Vaqueiro, que fechava o gol (e exigia não leite condensado, mas rapadura, corrige Tarcísio de Moura Moraes). Faltou lembrar de Ary do Zé Vitório, Elson se...

HISTÓRIA DO SÃO SEBASTIÃO FUTEBOL CLUBE (1)

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Uma das formações do pré-SSFC, em pé, da esquerda para a direita: Tatão Juventino, (a revelar), Expedito, Tãozinho de Zé Vitório, (a revelar), Welington, (a revelar) e Sebastião de Almeida e Ari Moura; agachados, no mesmo sentido: Tãozinho do Godó, a revelar), Divino de Almeida, (a revelar), Salvador e (a revelar)   A partir de hoje, de acordo com as colaborações que chegarem, vamos contar um pouco da história do esporte mais praticado no Brasil e em nossa terra. Nada pode ficar esquecido Se me perguntarem o que fiz para evitar a existência desse vácuo entre o saber e não contar, esclarecerei, aos poucos o que fiz e outros fizeram.  Editei um jornal na década de 1960 com o nome de “Folha Sebastianense”, que morreu junto com os patrocinadores. Durante um campeonato, década de 1970, publiquei o “Jornal do Sarrafo”, que tratava só de humor, circulava depois dos jogos e era mimeografado. Mas cada assunto no seu tempo, vamos contar, primeiramente, os casos e causos das velhas época...