QUEM É O IDIOTA: O GOVERNO, O ITABIRANO OU SOU APENAS EU?
A Vale S.A. anunciou, em 1942, que Itabira
poderá tornar-se um “Bolsão de Miséria”.
O autor do anúncio chamava-se Israel
Pinheiro da Silva, seu primeiro
presidente
Em resposta a Israel, 83 anos depois, o mandatário trágico atual iniciou uma série
de ladainhas de tentativas de escorregar
da culpa baseada no mesmo sintoma de cinco anos no poder do “aqui nada se fez e
nada se faz.”
A forma de oração
empregada por Marco Lage (MAL), é usada por religiões, que consistem
numa série de curtas invocações e súplicas destinadas a pedir, a agradecer, a
explicar e, agora, a mentir, usando a técnica da ladainha.
PRIMEIRA ORAÇÃO DO LACUNOSO
Descaradamente. Criminosamente. Impiedosamente. Com
muito atraso. Colocando em prática a falta de respeito por chamar o itabirano
de tolo, eis que o lacunoso reinicia a sua seleção de motivos do porque o certo
é o que pensa. Acreditando que
continuará sendo o imperador, o povo, especialmente o de Itabira, o babaca ou o
tatu de madrugada, recebe ordens do malicioso marketing para seguir em frente.
Diz o eventual pela segunda vez prefeito de Itabira, o
quadragésimo terceiro, que “mineração gera mais ônus que bônus”. Ou seja, ele
não gastou R$ 5 bilhões durante quase
cinco anos de mandado, o numerário evaporou-se com festanças, reforminhas
de praças, pinturas de escadarias e prédios e reboques de escolinhas e postos
de saúde. O que ocorreu foi um colapso que vai continuar, é claro (e o povo não
pode saber), que os cofres públicos estarão na “lona” daqui a poucos meses.
Esqueceu o imperador de mencionar que enfiou mais de
dois mil coça-sacos nos corredores do Paço Municipal e que transformou todo o
terceiro andar, com ajuda da “última-dama” (expressão lançada por um jornalista
que promete perpetuar-se) em um palco da inflação do ônus.
SEGUNDA ORAÇÃO DO LACUNOSO
Jornalista, mesmo sendo uma espécie de “bacharel”, que
nunca rabiscou um tópico (seu livro foi escrito declaradamente pela
última-dama) ele sabe a força da imprensa. Confiram seus gastos com jornais,
sites, blogs e “jornaislixo” (outra expressão já consagrada), por isso ele gastou
milhões com a imprensa (conferir na página da Prefeitura) para bajular o seu vedetismo trazido de viagens de volta
ao mundo sem fazer força e nada mais.
Agora, suas ordens passam para uma belíssima expressão
que o governo denomina “Ecodistrito” e por aí já foi iniciado o extenso
“blá-blá-blá”. Por que se pode dizer tal palavra? Resposta: o excelentíssimo
ainda não fez por acreditar nele próprio, trabalhou durante quase cinco anos só
em obrinhas pouco convincentes. Além de tudo, mesmo sendo do governo petista e
andar viajando atrás do presidente Lula, não conseguiu arrancar dele sequer um
centavo de ajudazinha. Segundo constatado, oficialmente Marco Lage encontrou-se com Lula da Silva em 84 vezes. Não deu nem para chorar a que dirige uma prefeitura cheia de ônus e nada de bônus.
“A evolução do ecodistrito dependerá de outras
esferas” — admite que há um largo caminho para continuar embromando o povaréu.
Coloca até em questão outros mandatos com o exemplo claro e vergonhoso de ter
abandonado os projetos que estavam em andamento: Porto Seco, Parque Científico
e Tecnológico, Aeroporto Industrial, com caminho duplo determinado pela Unifei, essa abandonada cruelmente e sem explicações convincentes, nem super enroladas.
Itabira vem sofrendo isto: abandono de projetos. E
esse do Ecodistrito só tem de real a opinião que foi dada por um especialista
no assunto: “Acredito mais em papai
noel, mas posso mudar a cabeça caso seja feita neste governo uma total
transfusão de sangue, quem sabe!”
P.S.: OPINIÃO DE ENTENDIDO NO ASSUNTO:
— "Não adianta conceber um distrito industrial para se ter empresas que dependam das atividades da Vale. Isso vai mesmo é aumentar mais ainda o problema. Além de ter a desmobilização da Vale, em razão da descontinuidade operacional, haverá também a desmobilização dos seus prestadores instalados no distrito."
José Sana
Em 26/08/2025
Foto: redes sociais
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