BOLSÃO DE MISÉRIA E CIDADE FANTASMA

 


Vem chegando de mansinho, mas como uma bomba, a hora da amargura, anunciado por Israel Pinheiro da Silva, primeiro presidente da Vale; quem treme de medo da Cidade Fantasma é um grupo que já se declarou


Não. Não podemos aceitar que a burrice continue tomando conta de nossas mentes. Será que o itabirano, desde as mais remotas eras, fique  na cegueira de não ver um palmo à frente do nariz?

Em todas as bíblias de todas as religiões do mundo está escrito — e até no alcorão — que chegará o tempo em que todos os filhos de Deus ou de Jeová, ou de Alah, profetizarão. Talvez não tenhamos chegado nesse tempo, mas alguns passos a humanidade vê, tateia, fareja, sente. 

O itabirano sabe que, realmente, o minério de ferro não dá duas safras. A Vale já fechou a mina do Cauê e agora parte para a Mina do Meio e Conceição. O fechamento não é devido apenas à escassez do minério de ferro. Não. A principal causa é o empobrecimento da matéria-prima que nos sustentou até aqui diante do rico produto que está jorrando no norte do país. Quem não sabe disso?

 

NINGUÉM PRECISA SER PROFETA

Os defensores da esperteza em mamar. Deitam e rolam e disputam lugares debaixo da super vaca que nesta altura fornece muito mais riqueza porque lhe interessa mostrar que seu pagamento é feito com fartura, mas está acabando. Já existem mamadores que se declaram abertamente: “A Vale está no fim, estou aqui para c.... mulher. Abram os olhos, “muchachas”, não sou feminista, nem machista, sou humano.

 O alerta de ‘bolsão de miséria’, pregado até pelos primeiros dirigentes da antiga Companhia Vale do Rio Doce, nos primórdios de engrenar o arranque dos avanços sobre Itabira, será, infalivelmente, cumprido.

Repare como cada ‘bezerro’, ou ‘boi’ , ou ‘vaca’ que mama sai para a disputa defendendo obras supérfluas, a marca do atual governo. As praças, as reforminhas, as festanças, a queima criminosa de dinheiro, a falta de democracia e discussões de prioridades — tudo compõe o acervo de trapaças empilhadas dia a dia.

O alerta está feito e registrado. Será um livro definitivo que estampará os erros desse maldito presente em que nunca acreditam em inteligência, sabedoria, conhecimento. Se ignorante não entrar no Céu, o itabirano vai de cabeça para baixo. E eu vou no meio porque não consigo convencer nem cães de porta de açougue.

 Sou o segundo a assinar este anúncio de desafio que nos esclarece sobre o fim que vem aí. O primeiro foi exatamente quem presidiu a Companhia Vale do Rio Doce pela primeira vez, já citei seu nome, Israel Pinheiro da Silva. Tenho provas documentais em livro com o nome dele.

Quanto ao profetizador da Cidade Fantasma, é forte, querido, idolatrado, uma força sindical e mais que isto: uma forte ponte entre Itabira e a empresa a que ele é ligado. Se me perguntam o que penso, estou tremendo em cima dos sapatos. Não tenho empresa nos Estados Unidos nem amigos na Grécia, só um metro cúbico de terra em São Sebastião do Rio Preto.

 

José Sana

24/01/2025

Imagens: redes sociais


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